CENTRO ACADÊMICO DE ENFERMAGEM WANDA DE AGUIAR HORTA
CAENF UEPA

FORMAÇÃO POLÍTICA

Mulher, por que empoderar-se?
August 14, 2016
O movimento feminista tomou espaço nas ruas, rodas de conversas e junto com os debates e reflexões sobre o tema, vieram suas expressões; uma delas é o empoderamento feminino, que a grosso modo, significa o que você pode fazer para fortalecer uma mulher e torna-la expert na luta pela igualdade de gêneros em espaços onde a mulher é minoria ou não; dessa forma, o empoderamento ultrapassa a ideia de termo e se torna uma causa, uma causa que não pertence a uma única organização, que não possui dona e dono; uma causa de todos e, no final, para todos. No entanto ainda observamos a dúvida de muitos sobre o empoderamento; afinal, por que empoderar mulheres? Por que devo aderir a causa? Bem, a reposta é simples e foi dada pela estilista Diane Von Furstenberg à revista Maire Claire: “ É importante frisar que quando empodera uma mulher, você muda o mundo. ”, muda o mundo por que constrói sociedades mais estáveis,com economia forte, melhora a qualidade de vida de mulheres, homens, famílias e comunidades, muda o mundo por que torna homens menos frágeis e inseguros diante de um senso distorcido do que constitui o pertencer ao sexo masculino, muda o mundo por que impulsiona a sustentabilidade e os direitos humanos ( para mulheres e homens!); diante dessa capacidade de mudanças propiciados pela causa, a ONU lançou os sete princípios de empoderamento da mulher, nos mostrando que no fim empoderar não é uma palavra restrita ao dicionário feminista, mas que é adotada por uma gama da população, homens e mulheres, que percebem que o termo é umas das formas de se demonstrar a ambição de se construir um mundo melhor. Diante disso, olhe ao seu redor, pergunte-se quantas mulheres são empoderadas? Quantas poderiam estar desenvolvendo todo o seu potencial se fossem fortalecidas pela causa? Por isso, empodere duas mulheres hoje e, estas duas irão empoderarmais duas amanhã e assim construiremos um mundo de todos e para todos.
Carolina Leão - Acadêmica de Enfermagem UEPA